Renato Vargens
Por acaso você já se deu conta que o homem tem uma enorme atração por notícias? Na verdade existem centenas de agências especializadas em divulgá-las. E o Interessante, é que a maioria das notícias que ouvimos sobre assuntos relativos ao homem e sua sociedade é ruim. A violência, a ausência de paz, o desamor o desequilíbrio social, enfim, se repararmos, as novas que recebemos cotidianamente nem sempre são boas.
É possível que ao ler titulo deste artigo, você tenha sido instigado a saber que bomba é essa. Na verdade, o fato de desejar ler esta matéria talvez esteja relacionado ao desejo de saber algo que ninguém sabe. Isto porque, à vontade em descobrir os dramas e dilemas das pessoas através das fofocas é algo inerente há natureza humana.
Segundo um estudo elaborado pela empresa de segurança McAfee os sites de fofoca são mais populares que os pornográficos.
Fofocar é desqualificar a vida alheia. Por favor, pare e pense: O que lhe é acrescentado através da fofoca? Pra que falar aos quatro cantos que fulano é murmurador, que beltrano está endividado, que sicrana é invejosa? Ora, meu amigo, afirmo categoricamente que fofocar além de ser um grande desperdício de tempo, não contribui em nada para nosso bem-estar mental e espiritual, principalmente se o conteúdo da fofoca comprometer a vida pessoal, familiar e profissional da vítima.
O fato em questão me fez lembrar a pequena estória das três peneiras:
"Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém!
Você não imagina o que me contaram a respeito de...Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?- Peneiras? Que peneiras?
- Sim. A primeira, Augustus, é a da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira.
Vamos então para a segunda peneira: a BONDADE.
O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente, não!
- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira.V
Vamos agora para a terceira peneira: a NECESSIDADE.
Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não, Sócrates.. Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates sorrindo concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!
Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:
Pessoas sábias falam sobre idéias;
Pessoas comuns falam sobre coisas;
Pessoas medíocres falam sobre pessoas."
Soli Deo Gloria,
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
CONTRA EVANGÉLICOS, PADRES BRASILEIROS USAM 'SEUS MÉTODOS', DIZ 'FIGARO'
As missas do padre Marcelo Rossi, celebradas em São Paulo, são citadas em reportagem publicada nesta quarta-feira pelo diário francês Le Figaro como exemplo do contra-ataque da Igreja Católica contra as igrejas evangélicas, que vêm ganhando fiéis há mais de duas décadas no Brasil.
Na avaliação do jornal, para conter o crescimento dos evangélicos e a perda de fiéis da Igreja Católica, os padres brasileiros “vêm adotando seus métodos”.
“As 18 mil cadeiras de plástico alinhadas na antiga fábrica em Santo Amaro, no Sul de São Paulo, não foram suficientes. Como todas as quintas-feiras à noite, milhares ficam de pé, apertados, para assistir à missa do padre Marcelo”, relata o texto.
O jornal observa que o padre Marcelo “exprime a quintessência da Renovação Carismática, um movimento que emergiu após o Concílio Vaticano 2º (1962-1965), com o objetivo de alterar os métodos da Igreja para se aproximar do povo”.
Perdendo o trem
A reportagem afirma que “a Igreja Católica vem tomando tardiamente o trem da comunicação”. “Controla nove cadeias de TV e 215 rádios no país, mas sem grande audiência. Os evangélicos, pelo contrário, que ocupam as freqüências de rádio e TV há 15 anos, já construíram um império, com a TV Record, a segunda maior rede do país, centenas de rádios e o periódico mais lido do país, a Folha Universal”, observa.
Para avançar nesse campo, diz o Figaro, o padre Marcelo defende que “a Igreja Católica não pode virar as costas para a modernidade, porque estamos na era da música, da TV e da Internet”.
Para isso, a arma é o próprio padre, que no ano passado vendeu mais de um milhão de CDs com suas músicas, à frente das maiores estrelas da música do país. “Na sexta-feira, virá cantar ao papa, apesar das reservas do Vaticano, que não gosta muito do desempenho daquele que é chamado de ‘padre pop’”, diz o texto.
O jornal comenta que metade dos brasileiros não sabe o nome do papa, segundo as pesquisas, e que as autoridades eclesiásticas temem não conseguir encher a pista do Campo de Marte, onde será celebrada a missa popular, e encerra com uma ironia ouvida de um professor de teologia da PUC-SP: “Pelo menos com o padre Marcelo, já asseguram um público de pelo menos 100 mil pessoas”.
Fonte: BBC-Brasil.com
Na avaliação do jornal, para conter o crescimento dos evangélicos e a perda de fiéis da Igreja Católica, os padres brasileiros “vêm adotando seus métodos”.
“As 18 mil cadeiras de plástico alinhadas na antiga fábrica em Santo Amaro, no Sul de São Paulo, não foram suficientes. Como todas as quintas-feiras à noite, milhares ficam de pé, apertados, para assistir à missa do padre Marcelo”, relata o texto.
O jornal observa que o padre Marcelo “exprime a quintessência da Renovação Carismática, um movimento que emergiu após o Concílio Vaticano 2º (1962-1965), com o objetivo de alterar os métodos da Igreja para se aproximar do povo”.
Perdendo o trem
A reportagem afirma que “a Igreja Católica vem tomando tardiamente o trem da comunicação”. “Controla nove cadeias de TV e 215 rádios no país, mas sem grande audiência. Os evangélicos, pelo contrário, que ocupam as freqüências de rádio e TV há 15 anos, já construíram um império, com a TV Record, a segunda maior rede do país, centenas de rádios e o periódico mais lido do país, a Folha Universal”, observa.
Para avançar nesse campo, diz o Figaro, o padre Marcelo defende que “a Igreja Católica não pode virar as costas para a modernidade, porque estamos na era da música, da TV e da Internet”.
Para isso, a arma é o próprio padre, que no ano passado vendeu mais de um milhão de CDs com suas músicas, à frente das maiores estrelas da música do país. “Na sexta-feira, virá cantar ao papa, apesar das reservas do Vaticano, que não gosta muito do desempenho daquele que é chamado de ‘padre pop’”, diz o texto.
O jornal comenta que metade dos brasileiros não sabe o nome do papa, segundo as pesquisas, e que as autoridades eclesiásticas temem não conseguir encher a pista do Campo de Marte, onde será celebrada a missa popular, e encerra com uma ironia ouvida de um professor de teologia da PUC-SP: “Pelo menos com o padre Marcelo, já asseguram um público de pelo menos 100 mil pessoas”.
Fonte: BBC-Brasil.com
BRASIL É 'BASTIÃO AMEAÇADO DO CATOLICISMO', DIZ 'LIBÉRATION'
O jornal francês Libération afirma nesta terça-feira que o Brasil é "um bastião católico ameçado pelos evangélicos" e que o "próximo papa deverá frear o declínio da Igreja Católica na América Latina".
Segundo o texto, o catolicismo perdeu 10% de seus fiéis nos últimos dez nos no subcontinente, especialmente "em benefício das igrejas evangélicas neopentecostais".
O jornal destaca o fato de que no Brasil o total de evangélicos quintuplicou nos últimos 30 anos, chegando a 15,4% da população.
"Profundamente implantados nos meios pobres, eles ganharam popularidade ao dizer que podem aliviar os sofrimento do dia-a-dia", diz o Libération
Fonte: BBCBrasil.com
Segundo o texto, o catolicismo perdeu 10% de seus fiéis nos últimos dez nos no subcontinente, especialmente "em benefício das igrejas evangélicas neopentecostais".
O jornal destaca o fato de que no Brasil o total de evangélicos quintuplicou nos últimos 30 anos, chegando a 15,4% da população.
"Profundamente implantados nos meios pobres, eles ganharam popularidade ao dizer que podem aliviar os sofrimento do dia-a-dia", diz o Libération
Fonte: BBCBrasil.com
EVANGÉLICOS GANHAM RESPEITO DE CRIMINOSOS NO RIO, DIZ JORNAL AMERICANO
Os cristãos evangélicos vêm ganhando o respeito dos membros do crime organizado nas favelas do Rio de Janeiro e estão entre os poucos que conseguem enfrentá-los, segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário americano The Christian Science Monitor.
O jornal relata o trabalho de um grupo de evangélicos da favela da Mangueira que tenta convencer traficantes de drogas a deixarem as armas e se converterem.
“O propósito do grupo não é combater o crime, mas converter o máximo de gente possível. Mais lei e ordem são comumente um subproduto”, diz a reportagem.
“Nas favelas do Rio, abarrotadas de homens e mulheres às margens da sociedade, eles encontram um campo fértil. Para gente de fora, eles são chamados de ‘os evangélicos’, e em sua maior parte as pessoas das favelas não contestam seu trabalho missionário”, afirma o jornal.
Segundo a reportagem, por razões “teológicas, culturais e pessoais”, os evangélicos ganharam o respeito “dos mesmos criminosos que não pensam muito antes de matar um vizinho de longa data”.
“Então, em uma cidade considerada uma das mais perigosas do mundo, que registra 6.000 assassinatos ao ano e onde a polícia e os militares são vistos, na melhor das hipóteses, com desconfiança, os pentecostais estão entre os poucos que enfrentam o crime organizado”, diz o jornal.
Censo
O Christian Science Monitor comenta que o Brasil tem mais evangélicos pentecostais do que qualquer outro país da América Latina, com mais de 10% da população se identificando como pentecostais no censo populacional de 2000, quase o dobro do que uma década antes.
Segundo o jornal, uma das razões pelas quais os evangélicos conseguem se aproximar dos traficantes de drogas é que “muitos deles já foram eles mesmos criminosos violentos”.
“Alguns cometeram assassinatos. Seus pastores cumpriram pena de prisão. E, renascidos, eles agora acreditam que sua missão é levar a palavra de Deus às mesmas ruas que antes aterrorizavam”, diz a reportagem.
O jornal diz que, segundo os pesquisadores, “os membros das gangues poupam os evangélicos porque, embora não sigam necessariamente nenhuma doutrina religiosa, eles ainda acreditam em Deus, em sua maioria”.
Uma antropóloga da Universidade do Rio de Janeiro ouvida pelo jornal comenta que o catolicismo tradicionalmente reflete a elite política nas favelas e é visto como tendo feito pouco para combater o crime, enquanto os evangélicos são vistos pela comunidade como uma entidade separada e incorruptível.
“Acadêmicos que estudam o fenômeno dizem que os pentecostais conseguem entrar em áreas onde até mesmo os pesquisadores do censo não vão, não apenas porque vêm dos mesmos bairros violentos, mas porque a maioria das igrejas são entidades independentes e formadas na base, ao contrário da Igreja Católica, que é gerenciada sob estrita hierarquia que começa no Vaticano”, afirma o jornal.
Fonte: BBC-Brasil.com
O jornal relata o trabalho de um grupo de evangélicos da favela da Mangueira que tenta convencer traficantes de drogas a deixarem as armas e se converterem.
“O propósito do grupo não é combater o crime, mas converter o máximo de gente possível. Mais lei e ordem são comumente um subproduto”, diz a reportagem.
“Nas favelas do Rio, abarrotadas de homens e mulheres às margens da sociedade, eles encontram um campo fértil. Para gente de fora, eles são chamados de ‘os evangélicos’, e em sua maior parte as pessoas das favelas não contestam seu trabalho missionário”, afirma o jornal.
Segundo a reportagem, por razões “teológicas, culturais e pessoais”, os evangélicos ganharam o respeito “dos mesmos criminosos que não pensam muito antes de matar um vizinho de longa data”.
“Então, em uma cidade considerada uma das mais perigosas do mundo, que registra 6.000 assassinatos ao ano e onde a polícia e os militares são vistos, na melhor das hipóteses, com desconfiança, os pentecostais estão entre os poucos que enfrentam o crime organizado”, diz o jornal.
Censo
O Christian Science Monitor comenta que o Brasil tem mais evangélicos pentecostais do que qualquer outro país da América Latina, com mais de 10% da população se identificando como pentecostais no censo populacional de 2000, quase o dobro do que uma década antes.
Segundo o jornal, uma das razões pelas quais os evangélicos conseguem se aproximar dos traficantes de drogas é que “muitos deles já foram eles mesmos criminosos violentos”.
“Alguns cometeram assassinatos. Seus pastores cumpriram pena de prisão. E, renascidos, eles agora acreditam que sua missão é levar a palavra de Deus às mesmas ruas que antes aterrorizavam”, diz a reportagem.
O jornal diz que, segundo os pesquisadores, “os membros das gangues poupam os evangélicos porque, embora não sigam necessariamente nenhuma doutrina religiosa, eles ainda acreditam em Deus, em sua maioria”.
Uma antropóloga da Universidade do Rio de Janeiro ouvida pelo jornal comenta que o catolicismo tradicionalmente reflete a elite política nas favelas e é visto como tendo feito pouco para combater o crime, enquanto os evangélicos são vistos pela comunidade como uma entidade separada e incorruptível.
“Acadêmicos que estudam o fenômeno dizem que os pentecostais conseguem entrar em áreas onde até mesmo os pesquisadores do censo não vão, não apenas porque vêm dos mesmos bairros violentos, mas porque a maioria das igrejas são entidades independentes e formadas na base, ao contrário da Igreja Católica, que é gerenciada sob estrita hierarquia que começa no Vaticano”, afirma o jornal.
Fonte: BBC-Brasil.com
terça-feira, 20 de novembro de 2007
PARA SUA REFLEXÃO (4)
"Jamais devemos negociar por medo, mas jamais devemos ter medo de negociar."
John F. Kennedy
John F. Kennedy
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